May 18
Política angolana
Conflitos em alguns países africanos é um «retrocesso» no processo de democratização – PR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Kamba de Almeida   
Segunda, 14 Janeiro 2013 08:14
Conflitos em alguns países africanos é um «retrocesso» no processo de democratização – PR
 
O Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, classificou em Luanda a situação prevalecente na Guiné-Bissau, Mali, e nas repúblicas Democrática do Congo e Centro-Africana como um “retrocesso no processo de democratização” em África.

José Eduardo dos Santos, que intervinha na tradicional cerimónia de apresentação de cumprimentos de Ano Novo do Corpo Diplomático, condenou o retorno à violência e o aparecimento de rebeliões como via de resolução de conflitos internos.

Para José Eduardo dos Santos, os governos eleitos nas urnas apenas devem ser substituídos por via eleitoral e não por “processos antidemocráticos”, considerando ainda “inaceitável” o facto de actualmente África ter novos casos de refugiados.

José Eduardo dos Santos aludiu igualmente ao agravamento da situação no Médio Oriente, defendeu como sendo um “imperativo” que sejam abertas as portas do diálogo e da concertação política entre os principais atores e que se procurem os entendimentos internos e internacionais conducentes à preservação da paz e da segurança internacional.

Nesse sentido, defendeu a consagração e realização do princípio da existência e reconhecimento dos dois Estados soberanos de Israel e da Palestina.

Relativamente a Angola, destacou a “constatação que Angola está a progredir e a resolver, com sagacidade, os seus problemas”.

Em Angola, continuou, o Estado e as instituições democráticas estão a consolidar-se, alicerçados no princípio do direito e da soberania popular, através dos quais se promove a convivência pacífica, a participação cívica na resolução dos problemas nacionais, num continente onde os conflitos e crises políticas começam a ressurgir.

“Nós nunca nos deixamos influenciar pelo afro pessimismo que certa elite propagou no passado. Acreditamos sempre na mudança e na renovação de África e na forma de conceber e fazer política neste continente”, acentuou.

 
 
Surgimento de ravinas põe em risco cemitério da Funda PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Kamba de Almeida   
Segunda, 14 Janeiro 2013 08:00
Surgimento de ravinas põe em risco cemitério da Funda
 
A grande preocupação no cemitério da Funda, prende-se com a vala defronte ao campo santo, e o surgimento de ravinas que podem provocar o desabamento do morro.

Entretanto, a Administradora municipal de Cacuaco, Rosa Janota Dias dos Santos, garantiu que a administração já está a trabalhar para ultrapassar a situação.

“Em consequência da chuva, criou-se uma grande ravina, mas a administração tem uma equipa técnica que fez o levantamento do material a ser utilizado para fechar a ravina.

Por outro lado, também já colocamos a polícia para por fim aos actos de vandalismo que se verifica no local”, afirmou.


 
 
GPL preocupado com onda de vandalismo nos cemitérios da capital PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Kamba de Almeida   
Segunda, 14 Janeiro 2013 07:56
GPL preocupado com onda de vandalismo nos cemitérios da capital
 
A onda de vandalismo e comércio de bebidas alcoólicas nos cemitérios da capital, nomeadamente o de Viana, Mulemba, Santa Ana, preocupa o Governo Provincial de Luanda (GPL).

A preocupação foi apresentada pelo responsável dos cemitérios e espaços verdes, Filipe Mahapi.

“Em termos de vandalismo”, disse o responsável, os cemitérios que mais preocupam são os cemitérios da Santa Ana, Camama, 14 e, o de Viana.

“Esse são os cemitérios onde esse tipo de acções mais acontecem”, lamentou Filipe Mahapi, acrescentando que o GPL está a trabalhar por formas a terminar com tais acções.
 
 
Governador insta sindicalistas a trabalharem com juristas PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Kamba de Almeida   
Quinta, 10 Janeiro 2013 08:02
Governador insta sindicalistas a trabalharem com juristas
 
 O governador provincial de Luanda, Bento Bento, solicitou quarta-feira aos dirigentes sindicais da classe de enfermeiros a trabalharem com juristas, por forma a promoverem o esclarecimento e interpretação correcta de algumas leis e, desta forma, se evitarem equívocos.

Bento Bento fez este apelo quando intervinha numa reunião entre o Governo Provincial de Luanda, Ministério da Saúde, sindicalistas e outros funcionários da saúde, com o fito de se esclarecerem as dúvidas na interpretação do decreto nº 254/10 de 17 de Novembro, que aprova a carreira de enfermagem e o decreto nº 54/2003, de 05 de Agosto, que aprova o regulamento geral das unidades sanitárias do serviço nacional de saúde.

De acordo com o governador, vários centros de saúde, nos municípios de Viana, Cazenga e Cacuaco, paralisaram as suas actividades de enfermagem a mando de alguns dirigentes de sindicatos de enfermeiros, alegadamente porque o decreto supracitado proibia-os de exercerem funções como a realização de consultas, exames físicos e determinar diagnósticos, o que foi má interpretação, pois o documento nunca impediu tais funções dos enfermeiros.

Por este facto e para se evitar que pessoas inocentes sofram por atitudes do género, o governador apelou os sindicalistas a trabalharem com juristas, capazes de dissipar possíveis dúvidas das leis, tendo aconselhado a abdicarem-se do sindicalismo por populismo.

Durante o encontro, os sindicalistas foram unânimes em afirmar que o decreto e outros documentos afins são pouco conhecidos pelos profissionais de saúde, resultando daí os maus entendidos, mas negam terem ordenado a paralisação dos serviços nos hospitais da periferia da cidade.

Bento Bento mostrou-se bastante agastado com a paralisação dos serviços nos centros periféricos, tendo apelado aos profissionais a retomarem os serviços, sob pena de serem responsabilizados.

Estiveram presentes no encontro o ministro da Saúde, José Van-Dúnem, e o procurador provincial de Luanda da República, João Luís de Freitas.
 
 
Executivo aposta no relançamento da produção de sal e de peixe seco PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Kamba de Almeida   
Quinta, 10 Janeiro 2013 08:00
Executivo aposta no relançamento da produção de sal e de peixe seco
 
O relançamento da produção de sal e peixe seco vai ganhar um novo alento com a entrada em funcionamento de cinco projectos de ampliação das salinas de Benguela e Namibe.

De acordo com a secretária de Estado das pescas, Antónia Nelumba, espera-se no final da implementação do projecto, o aumento sustentável da produção de sal no país.

“Estão em curso projectos de ampliação de três salinas em Benguela, e duas salinas no Namibe, o processo decorre em bom ritmo e vamos esperar que no final deste projecto haja um aumento substancial na produção de sal”, disse.

Já em relação a produção de peixe seco, vários investimentos estão a ser realizados para a construção de centros de salga e seca, que beneficiará grande parte das mulheres processadoras de pescado.

“Já fizemos alguns investimentos para a construção de três centros de pesca de salga e seca, nomeadamente, na província do Namibe, que terá dois, e também um centro no Kwanza-Sul. Vamos fazer com que as mulheres que praticam esta actividade em condições não higiénicas, tenham agora um espaço adequado para produzir peixe seco de qualidade, embala-lo em boas condições e ser depois distribuído aos centros de logística do país”, disse.
 


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