|
Escrito por Kamba de Almeida
|
|
Sexta, 17 Maio 2013 12:52 |
|
A digressão da CASA-CE pelo Ocidente prossegue. Com efeito, na tarde
de segunda-feira, dia 13 de Maio, depois de terem sido recebidos no
Ministério dos Negócios Estrangeiros “Quai d’Orsay em Paris, ocasião
em que foi feita a apresentação oficial de Emmanuel Mayassi como
Representante da CASA-CE em França, Chivukuvuku visitou à convite as
instalações da RFI - Rádio França Internacional, onde deixou

vislumbrados os quadros seniores e cadetes de jornalistas e
trabalhadores que se encontravam de serviço na altura, a começar pelos
entrevistadores que o interrogaram em português, francês e inglês.
Respondeu em linguagem correcta e fluida em francês e inglês, tal como
tem mostrado eloquência quando se exibe em português. A rectidão de
verbo, a precisão e a pedagogia nas respostas, o domínio dos sujeitos
nacionais e internacionais, bem como a serenidade quando as questões
eram torrenciais, valeram-lhe por parte dos jornalistas a nominação
de: “O Poliglota, Homem de Estado e o futuro Presidente”. Muitos
saíram dos gabinetes para o saudar, tanto assim é que, a medida que os
entrevistadores se iam sucedendo, as entrevistas eram audicionadas nas
cabines e gabinetes do Grande e sumptuoso Edifício da RFI, no Issy les
Moulineaux, graças aos pequenos altifalantes fixados em cantos
estratégicos.

Nos estúdios, o Presidente da CASA foi bombardeado em cerca de 45
minutos com questões de fundo relacionadas com o porquê da CASA-CE
quando já existem um MPLA e uma UNITA; se Chivukuvuku acredita no seu
próprio projecto e se tem fé no apoio dos angolanos, quando é mister
pensar-se em permanência na invencibilidade e na governação de Dos
Santos até a sua morte. Evocou-se igualmente a estrangulação do MPLA
com a evaporação de JES e a guerra de sucessão já visível entre Manuel
Vicente e o filho do Presidente Zenu dos Santos; falou-se do MPLA
forte e poderoso graças ao poder do petróleo, dos bancos, das Forças
Armadas, da Policia, da UGP – Unidade de Guarda Presidencial, dos
Serviços Secretos e da Função Pública que só o MPLA controla,
monstruosa máquina sistematicamente mobilizada contra o povo angolano;
cidadãos estes que acusaram os efeitos devastadores desta ditadura e
se resignam, cruzando praticamente os braços a aguardar por um Messias
ou estrangeiros que venham para sua segunda libertação; foi evocado
com insistência o atraso de África, o crescimento e a ameaça da Ásia e
nesta ordem o esmorecimento dos países ocidentais confrontados com
sucessivas crises. Outras questões, tais como: o que espera a CASA da
Comunidade Internacional em apoio aos seus esforços para a alternância
na governação e a inequívoca mudança de regime em Angola; o papel
intimidatório, mais do que persuasivo das Forças Armadas Angolanas no
conflito da RDC, transformando o País de Kabila numa espécie de
protectorado angolano; o quasi interminável impasse do problema
Cabinda, para o qual Chivuku apela o diálogo rumo a uma autonomia real
e substantiva, quando o MPLA pauta pela violência, manipulação, e
adiamento. Outroosim, a CASA no conceito de Convergência Ampla no
olhar dos jornalistas, está muito melhor posicionada para continuar a
granjear a simpatia da maioria dos angolanos inclusive de um grande
número de velhos militantes e simpatizantes do MPLA que vêm na CASA e
no Abel Chivukuvuku alternativas credíveis e incontornáveis. É
igualmente a opinião dos jornalistas.
Ficou a impressão de que a CASA de Abel Chivukuvuku trava um combate a
semelhança de David, e desta feita, os Golias. Porquanto, são também
muitas as forças adversas que atravessam seu caminho, na persistência
de travarem a Revolução da Nova Geração ou Geração Nova mais do que
nunca determinada a contrariar os desígnios retrógrados daqueles que
pensam que Angola pertence somente a um determinado grupo de
angolanos. Sobre este aspecto um tanto ou quanto melindroso, Chivuku
recordou que os partidos ditos tradicionais já cumpriram a sua missão,
deveriam preocupar-se a fazer sarar algumas feridas que continuam a
jorrar sangue e cicatrizar outras provocadas pela guerra que já não
tem razão de ser a responsável dos fracassos da actual governação do
MPLA.
O Presidente da CASA-CE que não acredita no recurso a violência como
único caminho para arrancar o MPLA, JES e todo o regime nepotista,
clientelista, oligárquico e ditatorial, sem contudo descartar o
recurso a outros métodos de luta, conta hoje mais do que nunca com a
motivação, determinação, energia e o elevar da consciência patriótica
dos angolanos que nos últimos tempos vencem a batalha contra a
inércia, a ignorância no combate pela angolanidade e se elevam na
conquista da formação profissional e intelectual em resposta a
politica efémera do MPLA vocacionada no estrangeirismo e importação de
mão de obra, em detrimento das filhas e filhos angolanos. Angola
posiciona-se como um dos países mais corruptos do mundo, com a
agravante do Presidente JES não ter a latitude, nem a moral para tomar
as medidas que se impõem, sublinhou. Outras entrevistas a outros
órgãos de comunicação se seguiram de que faremos referência nos
próximos trabalhos.
As entrevistas nas três línguas podem-se encontrar no SITE DA RFI.
MPLA exporta a cultura de discriminação e intolerância
A Comunidade angolana continua a acusar as embaixadas de praticarem a
politica discriminatória e de intolerância no exterior de Angola. Isto
deixou de ser rumor, passou a ser constatação. Os consulados
enveredaram por um tratamento muito diferenciado dos angolanos. Para
os funcionários consulares, angolanos só são aqueles que se manifestam
ou se apresentam com a identidade dos camaradas, tudo o resto não
merece atenção, não beneficia de direitos. Por isso, ou não são
servidos ou são mal atendidos. Evocamos constatação na medida em que,
até os deputados de outros partidos em missão no estrangeiro, ou em
visita de cortesia, são simplesmente ignorados, ao contrário dos do
MPLA que se lhes oferecem honras protocolares de Estado. Esta denúncia
foi feita por angolanos à delegação da CASA-CE e praticamente não
desmentida por outras entidades relacionadas. Entretanto, por aquilo
que são as normas_ explicou Chivukuvuku aos queixosos: uma Embaixada é
a continuação do Estado fora das fronteiras do País, e um embaixador e
os consul’s’ respectivos (também acusados de agentes do SIE), são os
representantes plenipotenciários do Presidente da República e demais
entidades governamentais fora de Angola, aos quais são exigidos
equidade e integridade de procedimentos. “Os funcionários das
embaixadas e consulados não devem se comportar como militantes
partidários, mas como simples angolanos ao serviço do Estado Angolano
sem etiqueta partidária e no cumprimento do dever que se lhes
incumbe”, lembrou. O Presidente da CASA, bem como o Presidente do seu
Grupo Parlamentar Almirante Mendes de Carvalho, deixaram a promessa de
apresentar a preocupação a Assembleia Nacional.
A Delegação está em Londres por quatro dias rumo aos EUA.
|
|
|
Escrito por Kamba de Almeida
|
|
Sexta, 17 Maio 2013 12:13 |
|
A Delegaçao trabalhou, está manha na cidade de westminster em londres, foram recebidos por simon Gartshore,
Em Londres, a Delegação da CASA-CE foi recebida na tarde de
quinta-feira 16 de Abril na Royal Institute of International Affairs
em Chatham House, ou seja no Instituto dos Negócios Estrangeiros onde
durante duas horas reuniu com várias entidades do Governo Britânico,
também políticos, estudantes, homens de negócios e jornalistas. Neste
tempo falaram da visão politico-económica da CASA-CE e do papel dos
núcleos angolanos na Diáspora e da Comunidade Internacional,

particularmente inglesa no crescimento e desenvolvimento de Angola.
Entre outros, estavam presentes Alex Vines OBE especialista da
política africana e a antiga Representante do Secretário-geral das
Nações Unidas para o Processo de Paz em Angola 1992/1993. Margaret
Joan Anstee. Foi funcionária da ONU por mais de quarenta anos
(1952–93), desempenhou um papel revolucionário nas Nações Unidas,
visitando mais de 130 países. Foi a primeira mulher a ocupar o cargo
de Subsecretária-geral e também a primeira a liderar uma missão da ONU
de paz que incluiu uma força militar. Trabalhou em diversas áreas nas
Nações Unidas – política, económica, social e humanitária. Em Angola
Anstee foi substituída pelo carismático Blondi Baye. Sexta-feira dia
17 de Maio, a delegação deslocou-se a Westminster, onde foi recebida
por Simon Gartshore, especialista em questões autárquicas ou
municipais. Em duas horas passaram em revista questões inerentes,
tendo em vista o processo em curso em Angola que pela primeira vez da
sua história prevê realizar eleições municipais em 2015 ou 2016.
|
|
Escrito por Kamba de Almeida
|
|
Terça, 14 Maio 2013 06:51 |
|
Chivuku em Paris
Uma certeza, a CASA-CE será poder em 2017
Abel Chivukuvuku está em França no quadro da sua digressão pelos
países ocidentais. Sábado 07 de Maio, pela tarde aconteceu o encontro
com a comunidade angolana no Espaço AGECA no 11 Bairro de Paris. Uma
Sala lotada com mais de 90 representantes da comunidade angolana
vindos de diferentes zonas e até mesmo regiões da França e mais outros
amigos e representantes da comunidade congolesa e francesa.

Durante cerca de 02 horas, depois dos protocolos de boas vindas, da
brilhante explanação dos pontos agendados para transmitir à
comunidade, que o fez de forma metódica e sucinta, o Presidente da
CASA-CE abriu espaço para o debate franco e aberto. Como foi possível
a CASA logo de primeira posicionar-se como terceira força; o Projecto
de Sociedade da CASA-CE; o Papel da Diáspora no Crescimento e

Desenvolvimento de Angola, hoje sacrificados pela politica do
importação do MPLA; o Voto dos imigrantes; a CASA-CE, a diplomacia e
suas alianças ideológicas com outros partidos congéneres nos países
estrangeiros correlação ao posicionamento Esquerda/ Direita; a
solidariedade e os esforços da CASA-CE no que toca ao desaparecimento
dos activistas Cassule e Camulingue; o carácter ditatorial e

assambarcador do regime de Luanda_ sobre este tema, sublinhou uma
passagem, segundo a qual: “Não é o tempo no poder que determina se um
regime é forte ou fraco, é a condição do Povo”. Para muitos, o
comportamento pacifista dos angolanos traduz o carácter tenebroso do
regime de JES. Outro assunto é a razão do porquê que a CASA-CE aceitou
os resultados e habita o Parlamento. O Almirante foi peremptório,
foram as circunstâncias, mas não significa a CASA-CE ter aceitado os
resultados. Os temas foram muitos, as questões também.
Praticamente tudo foi exposto, tudo foi revisto, tudo foi questionado
sobre Angola e com ela relacionado, e o posionamento da CASA no Xadrez
nacional e internacional, tal foi em profundidade a questão das
relações com os países fronteiriços com primazia para as relações com
a RDC. Sem tabu, Chivuku respondeu a tudo, apoiado de forma
intercalada com intervenções esclarecedoras sobre vários sujeitos do
Vice-presidente Manuel Fernandes e do Presidente do Grupo Parlamentar
da CASA-CE, André Mendes de Carvalho, várias vezes interferidos por
longos aplausos, sobretudo quando a dado passo, o Presidente enfatizou
elementos que asseguram a CASA assumir o poder em 2017, a começar
pelas estratégias que serão montadas desde as eleições autárquicas.
Temos tudo para quebrar a cultura da descrença que se instalou na
mente dos angolanos sobre na invencibilidade do MPLA e de JES. “A CASA
surgiu para quebrar o mito e vencer”, garantiu.
Esteve presente igualmente o vice-cônsul da Embaixada de Angola em
França Graciano Vunge, que teve de tomar a palavra para esclarecer e
orientar sobre a problemática da regularização de documentos de
identidade, para os bilhetes e passaportes que na óptica de muitos
angolanos expatriados, o Consulado tem colocado imensas barreiras na
aquisição das certidões e actos de nascença, ao invés de facilitar as
demarches, atendendo ao facto de, na sua maioria são concidadãos
forçados a se exilar devido a guerra, cujo MPLA é responsável. Sobre
este assunto quão delicado para a imigração angolana, muitas vezes
considerada zairense, o Presidente da CASA disse ter tido a
oportunidade de conferenciar com o Embaixador de Angola em Portugal
José Marcos Barrica, a CASA-CE vai vigiar o comportamento da Embaixada
e o Almirante MIAU, promete levar o assunto ao Parlamento.
Em resposta, Abel falou sobre a urgência de se repor o cumprimento ao
estatuído na Constituição com o direito ao voto dos imigrantes. Deu
como triste exemplo o Mali, país pobre, mas seus emigrantes votam em
qualquer lugar onde se encontrem; falou da instabilidade da África
Austral, com referência para o conflito na RDC, onde frisou não ser
solução o recurso da guerra pela guerra ou mesmo de interferências
como a de Angola neste momento.
O modelo económico muito mal aplicado pelo MPLA na sua transição de
economia centralizada para a liberalizada até a economia de mercado a
proveito único da casta no poder.
Corroborado por Manuel Fernandes, Chivuku disse: temos em Angola uma
estrutura social de alto risco. De um lado grande maioria pobre,
maioria miserável, privados do mais básico, como de água, luz, casa
constituem 60%. Do outro uma elite que, cada dia que passa se torna
mais rica e milionária, como exemplo de Isabel dos Santos a filha
predilecta do Presidente da República, como a mais rica de África, de
entre as mais ricas do mundo. Isto deve-se por três motivos
essenciais, determinantes para o status-quo africano, ou seja que não
deixa isento praticamente nenhum dos países. 1° Os líderes ou
presidentes africanos logo que conquistam o poder quase sempre por
fórmulas ou meios fraudulentos, transfiguram-se, ficam insensíveis,
ditadores e desumanos; priorizam seus familiares, suas vilas em
detrimento da grande maioria e da competência dos cidadãos. 2°
Infelizmente até aqui, os africanos, neste caso os angolanos ainda não
ganharam a consciência de cidadãos, conhecedores de seus direitos, por
isso continuam a pensar que o que o governo faz é um favor. 3° Os
nossos pobres não têm a consciência da sua pobreza, conformam-se a
tudo.
Contudo, ao mencionar a literacia, Abel Chivukuvuku se felicita pelo
facto dos angolanos hoje se dedicarem muito mais a leitura e a sua
formação intelectual o que permite maior discernimento do que vai pelo
país.
Em suma, as muitas dezenas dos presentes, gostaram, as senhoras
participaram em grande e satisfeitas, pois não foram só ouvir, foram
para debater, tirar duvidas, saíram dali convencidas, muito mais pela
fluidez de verbo e clareza dos dissertantes.
Sobre estes e outros assuntos, prometemos algo muito mais circunstanciado.
Segunda-feira, 14 de Abril, acontece o encontro nas Relações Exteriores.
|
|
Escrito por Kamba de Almeida
|
|
Quarta, 08 Maio 2013 06:49 |
|
Finanças arrecadam mais de 480 milhões de Kwanzas em receitas fiscais
Ndalatando – Quatrocentos e oitenta milhões, 450 mil e 325 Kwanzas é o volume de receitas fiscais arrecadadas pela Delegação Provincial de Finanças do Kwanza Norte, de Janeiro a Março do ano em curso.
Dados adquiridos hoje pela Angop de fonte do sector, revelam uma elevação do volume de rendas na ordem dos 2,8 porcentos, em relação ao igual período de 2012, correspondendo a um aumento de 13 milhões, 133 mil e 987 Kwanzas.
Entre as naturezas das receitas colectadas, referiu a fonte, destaca-se o imposto sobre o rendimento de trabalho com um valor de 355 milhões, 332 mil e 964 Kwanzas, equivalente a 74 porcento do global das receitas, o imposto sobre o consumo com AKZ 89.055.823 ( 19 porcento), imposto sobre o património com AKZ 3.697.156 e imposto de selo com 14.202.431 Kwanzas (56 porcento), entre outras receitas.
Com um valor de 271 milhões, 173 mil e 979 Kwanzas, a repartição fiscal de Ndalatando (capital da província) foi a que mais receitas amealhou, seguido da repartição do Dondo (município de Kambambe) com 207.790.007 Kwanzas e finalmente a repartição de Camabatela (município de Ambaca) colectou um valor de dois milhões, 486 mil e 339 Kwanzas.
A província do Kwanza Norte conta apenas com repartições fiscais em três dos 10 municípios, nomeadamente, Cazengo (sede provincial), Kambambe e Ambaca, estando o alargamento da actividade fiscal aos demais municípios, dependente da criação de infra-estruturas e da existência dos recursos humanos.
Visando o reforço da fiscalidade e arrecadação tributária, a delegação provincial de finanças tem previsto, para breve, o alargamento dos seus serviços a toda província, por via da criação de postos de atendimento do Balcão Único do Empreendedor (BUE) construídos a nível das sedes municipais.
|
|
Escrito por Kamba de Almeida
|
|
Quarta, 08 Maio 2013 06:46 |
|
Banco Sol com resultado líquido de três biliões de kwanzasLuanda – O resultado líquido do Banco Sol atingiu, em 2012,os três biliões de kwanzas, contra os dois biliões e 480 milhões de kwanzas alcançados em 2011, representando um crescimento assinalável de 21 porcento, anunciou hoje a directora de marketing e comunicação, Mónica Martins.
Segundo a responsável, que falava em conferência de imprensa, para apresentar o balanço da actividade desenvolvida no ano transacto, disse que no período em análise o activo total do banco atingiu o valor de 186 biliões e 400 milhões de kwanzas, contra os AKZ 139 biliões e 100 milhões de 2011, representando um crescimento na ordem de 33,4 porcento.
Noutra vertente da sua intervenção, a directora disse que houve também um grande investimento na refocalização da área comercial, tendo em consideração a adopção das boas práticas a nível nacional e internacional.
Para responder ao contexto de maturidade económica nacional, o banco está e continuará a trabalhar para maior estabilidade e robustez da instituição, reforço do crescimento orgânico, abertura de mais balcões, captação e fidelização dos clientes, daí ter criado novas direcções, como a banca de investimentos e a área de financiamentos estruturados.
Por outro lado, informou que o Banco Sol vai internacionalizar a sua actividade, ainda no decurso deste ano, com a abertura de representações na Namíbia e Moçambique, no âmbito da sua estratégia de desenvolvimento e crescimento sustentável.
|
|
|