Jul 29
Economia angolana
Odebrecht nega ter pago “comissão de 24 milhões de dólares” PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administração   
Sábado, 03 Agosto 2013 16:31

Odebrecht nega ter pago “comissão de 24 milhões de dólares”

Luanda – A empresa brasileira Odebrecht “manifestou o seu repúdio”, através de uma nota de imprensa, relativamente a matéria publicada por este portal (na quinta-feira, 01/08) sob o título “Ministro recebe comissão de 24 milhões de dólares”.


De acordo com a nota “a empresa rechaça veementemente a acusação caluniosa feita por esse site de que teria supostamente pago comissões a facilitadores do palácio presidencial para receber parte da dívida do Estado”.

A Odebrecht diz que “a acusação é feita de forma irresponsável, leviana e sem nenhuma comprovação, pelo simples facto de ser uma completa inverdade”. Acrescentando que “as facturas pagas a esta empresa relacionam-se única e exclusivamente aos serviços efectivamente executados ao abrigo de contratos celebrados formalmente com nossos clientes, sendo certo que qualquer dívida eventualmente existente em favor da Odebrecht é quitada em estrita observância à legislação angolana”.

“Em seus 29 anos de actuação em Angola, a Odebrecht tem contribuído de forma relevante para o desenvolvimento do país, executando e investindo em vários projectos. É um dos maiores empregadores do país, com mais de 20 mil integrantes, e o maior contribuinte fiscal de seu sector”, sentenciou a nota.

Importa salientar que a notícia veiculada pelo Club K dá conta que Armando Manuel, actual ministro das Finanças, é citada num restrito “assessement”, como tendo recebido recentemente cerca de 24 milhões de dólares norte-americanos, em comissões da Odebrecht, por ter facilitado, enquanto secretário para os Assuntos Económicos do Presidente da República, o pagamento de parte da “dívida do Estado” para com esta empresa brasileira

 
Micros, pequenas e médias empresas dispensam alvará para exercer actividade comercial PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Kamba de Almeida   
Sábado, 03 Agosto 2013 16:27
Micros, pequenas e médias empresas dispensam alvará para exercer actividade comercial
 
As micros, pequenas e médias empresas não necessitam de alvará comercial, numa primeira fase, para exercerem a sua actividade comercial, disse hoje o presidente da Associação dos Industriais de Angola (AIA), José Severino.

“No formato actual, podia se autorizar e porque a lei permite que as micros, pequenas e médias empresas iniciem as suas actividades sem terem alvará comercial, desde que a empresa esteja registada, para posteriormente regularizar a sua situação, num determinado prazo com inspecção”, disse.


Sobre o processo de reorganização do sector do Comércio, o presidente da Associação dos Industriais de Angola encoraja a iniciativa do sector, visto que o novo modelo do alvará comercial vai permitir ter um modelo igual ao dos restantes países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).


“Esperamos que este novo modelo de alvará permita o exercício da actividade mercantil e facilite o comerciante obter o mais rápido possível o respectivo documento”, considerou o responsável da AIA.

 
 
Economia de Angola evidencia «elevada vulnerabilidade» a choques externos - estudo BPI PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Kamba de Almeida   
Sábado, 03 Agosto 2013 16:23
Economia de Angola evidencia «elevada vulnerabilidade» a choques externos - estudo BPI
 
A "elevada vulnerabilidade" da economia de Angola a choques externos é um dos destaques de um estudo elaborado pelo Departamento de Estudos Económicos e Financeiros do Banco BPI e a que a agência Lusa teve acesso.

Sob o título "Vulnerabilidade acentua-se em ambiente global incerto", o estudo apresenta ao longo de 22 páginas uma radiografa da economia angolana em que ressalta, uma vez mais, a forte dependência das exportações de petróleo, recurso natural de que é o segundo maior produtor na África subsaariana a seguir à Nigéria.

"A vulnerabilidade externa que a economia angolana apresenta poderá reduzir-se caso o recém-criado Fundo Soberano atue como instrumento de estabilização, em caso de redução significativa dos recursos provenientes do petróleo", assinala-se no estudo.

Citando o Fundo Monetário Internacional, o estudo do BPI considera que uma estratégia de "aumento gradual do investimento público, em detrimento da lógica atual 'spend-as-you-go'" poderá gerar um ritmo de crescimento superior no médio prazo.

"Esta lógica permitirá consolidar a estabilidade macroeconómica de Angola, beneficiando a análise do risco do país efetuada por várias instituições internacionais", acentua.

Quanto às previsões para o crescimento do Produto Interno Bruto de Angola, o estudo do BPI antecipa 8,4% em 2012, em linha com o mesmo valor do FMI, mas relativamente a 2014 a previsão, de 6,1%, é a mais baixa de todas: o orçamento do Estado (OGE) apresenta a mais generosa, 8%, enquanto o FMI se fica pelo 7,3% e a Economist pelos 6,6%.

Para o ano em curso, a previsão mais otimista vem do OGE, com 7,1%, enquanto a Economist (6,9%), FMI (6,2%) e o BPI (6,4%) acreditam que a economia angolana não chega aos 7%.

O estudo classificou como "acontecimento relevante" para o setor dos recursos naturais a inauguração da produção de gás natural liquefeito em junho, atividade que segundo o Banco Mundial poderá adicionar 2 pontos percentuais ao PIB no primeiro ano de funcionamento, caso a produção atinja o máximo da capacidade instalada.

O Departamento de Estudos Económicos e Financeiros do Banco BPI considera que a política monetária continua a ser o "principal instrumento de estabilização do câmbio nominal", contribuindo para "ancorar a inflação em mínimos históricos (a inflação homóloga atingiu os 9,19% em junho)".

No plano social, depois de elogiar os progressos alcançados, com o crescimento do PIB à taxa média anual de 24% entre 2002, ano em que terminou a guerra civil, e 2012, o estudo acentua que "os níveis de pobreza são ainda elevados, estimando-se que cerca de 37% da população se encontre a viver abaixo do limiar de pobreza nacional (4,793 kwanzas/mês = 37 euros/mês)".

"A distribuição do rendimento também é extremamente assimétrica, perpetuando diferenças significativas no acesso a oportunidades e de mobilidade social e dificultando a promoção de um crescimento sustentado e a manutenção da estabilidade social", frisa-se no documento.
 
 
Millennium mantém eficácia nos resultados financeiros PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administração   
Sábado, 03 Agosto 2013 16:06
Millennium mantém eficácia nos resultados financeiros
 
A implantação de treze novas agências, passando de 65 para 78 balcões, e o aumento de 511 milhões de euros (mais de 64 mil milhões de kwanzas) para 535 milhões (mais de 67 mil milhões de kwanzas) no crédito concedido a clientes são fortes referências da excelente produtividade alcançada pelo Millennium Angola, durante o primeiro semestre deste ano, comparativamente ao período homólogo de 2012. O percentual de crescimento fixou-se em 4,8 por cento, quando comparado ao desempenho dos períodos em referência.

Por seu lado, a rubrica Recurso de Clientes também apresentou aumento, tendo passado dos 836 milhões de euros (106 mil milhões de kwanzas) apurados no primeiro semestre de 2012 para os 970 milhões (123 milhões de kwanzas) em igual período de 2013, numa subida de mais 7,0 por cento.

O resultado líquido fixou-se em 18,3 milhões de euros (2,2 mil milhões de kwanzas), superando em 7,0 por cento os 17,1 milhões (2,1 mil milhões de kwanzas) calculados no primeiro semestre de 2012.

Quanto ao produto bancário, esta rubrica, comparando o primeiro semestre de 2013 com o homólogo de 2012, fixou-se em 62,7 milhões de euros (7,8 mil milhões de kwanzas), contra os 59,6 milhões (7,4 mil milhões de kwanzas).

No que se refere aos custos operacionais, o relatório de prestação de contas semestrais indica que o Millennium Angola manteve em 35,4 milhões de euros (4,5 mil milhões de kwanzas) esta rubrica.

Face ao aumento de 13 novos balcões, no período em análise, comparativamente ao homólogo de 2012, pouco mais de 130 colaboradores foram recrutados, permitindo fixar até Junho um número de 1066, contra os anteriores 934. Esta subida representa um crescimento de 14,1 por cento.

Novas iniciativas

A operacionalização do Mobile Banking é das novidades que o banco está, neste momento, a implementar. Com este inovador serviço, os clientes terão acesso por via da plataforma android a uma rede global de serviços, podendo efectuar operações de compras, pagamentos e outras requisições internacionais.

Já a “Poupança Júnior” do Millennium Angola consiste numa aplicação a prazo com o objectivo de salvaguardar o futuro dos mais novos, alertando-os para a necessidade de amealhar poupanças.

O montante mínimo de constituição da “Poupança Júnior” é de cinco mil kwanzas e o reforço mensal automático ou pontual são permitidos. Esta aplicação a prazo credita o pagamento de juros no final de cada mês, na conta à ordem associada, mas também existe a opção de capitalização da poupança.

Recentemente, no âmbito do cumprimento da sua estratégia de responsabilidade social, o banco efectuou uma campanha de plantação de árvores nas escolas da nova centralidade do Kilamba, além de se ter juntado em estúdio ao coro da Escola de Formação Musical do Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS). Este projecto de formação gratuito está destinado a crianças e jovens desfavorecidos, com idades compreendidas entre os 7 e os 25 anos de idade, ao qual juntou-se a cantora Yola Semedo para interpretarem o som de chamada que promove a campanha.

Resultados do grupo

Segundo divulgado pelo Jornal de Negócios, o crédito às empresas cresceu, em base comparável, cerca de 300 milhões de euros (38 mil milhões de kwanzas) no segundo trimestre. Nuno Amado, presidente do Millennium bcp, citado pela publicação, diz esperar que o crescimento continue. O BCP anunciou resultados semestrais, divulgando que o crédito à empresa ascendeu no segundo trimestre a 28,4 mil milhões de euros (mais de três triliões de kwanzas).

“Nota-se uma clara substituição de importações e um foco nas exportações consistente mesmo num ambiente externo muito adverso, porque hoje em dia a Europa está com crescimento nulo e portanto graças às empresas e empresários sente-se que pode haver aqui um crescimento sustentado a prazo. Houve um percalço com a turbulência política, agora espero que isso consolide sobretudo se tivermos um Orçamento que possa passar sem grandes atribulações”, disse.

Na apresentação de resultados este responsável afirmou que pelos sinais do segundo trimestre “parece que o crédito a empresas começa a arrancar”.

Nuno Amado, de acordo com a publicação lusa, acrescentou que a quota no crédito com garantia mútua do banco passou de 6,8 por cento em Junho de 2012 para 20 em Junho deste ano.

Face à situação do mercado português e europeu, de modo geral, o grupo Millennium Bcp tem o seu foco orientado para a recuperação interna, mas com as atenções voltadas ao reforço da sua actividade internacional.

As operações em Angola e Moçambique (África), assim como as do Brasil (América) e Polónia (Europa) ganham cada vez mais protagonismo na estrutura funcional do grupo.

Por esta razão, o grupo tem procurado consolidar a sua actuação internacional e relançar-se em outros mercados atractivos do ponto de vista comercial, servindo de ponte entre os mercados onde está presente e os interesses dos países em que se quer implantar.
 
Millennium mantém eficácia nos resultados financeiros PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administração   
Sábado, 03 Agosto 2013 16:06
Millennium mantém eficácia nos resultados financeiros
 
A implantação de treze novas agências, passando de 65 para 78 balcões, e o aumento de 511 milhões de euros (mais de 64 mil milhões de kwanzas) para 535 milhões (mais de 67 mil milhões de kwanzas) no crédito concedido a clientes são fortes referências da excelente produtividade alcançada pelo Millennium Angola, durante o primeiro semestre deste ano, comparativamente ao período homólogo de 2012. O percentual de crescimento fixou-se em 4,8 por cento, quando comparado ao desempenho dos períodos em referência.

Por seu lado, a rubrica Recurso de Clientes também apresentou aumento, tendo passado dos 836 milhões de euros (106 mil milhões de kwanzas) apurados no primeiro semestre de 2012 para os 970 milhões (123 milhões de kwanzas) em igual período de 2013, numa subida de mais 7,0 por cento.

O resultado líquido fixou-se em 18,3 milhões de euros (2,2 mil milhões de kwanzas), superando em 7,0 por cento os 17,1 milhões (2,1 mil milhões de kwanzas) calculados no primeiro semestre de 2012.

Quanto ao produto bancário, esta rubrica, comparando o primeiro semestre de 2013 com o homólogo de 2012, fixou-se em 62,7 milhões de euros (7,8 mil milhões de kwanzas), contra os 59,6 milhões (7,4 mil milhões de kwanzas).

No que se refere aos custos operacionais, o relatório de prestação de contas semestrais indica que o Millennium Angola manteve em 35,4 milhões de euros (4,5 mil milhões de kwanzas) esta rubrica.

Face ao aumento de 13 novos balcões, no período em análise, comparativamente ao homólogo de 2012, pouco mais de 130 colaboradores foram recrutados, permitindo fixar até Junho um número de 1066, contra os anteriores 934. Esta subida representa um crescimento de 14,1 por cento.

Novas iniciativas

A operacionalização do Mobile Banking é das novidades que o banco está, neste momento, a implementar. Com este inovador serviço, os clientes terão acesso por via da plataforma android a uma rede global de serviços, podendo efectuar operações de compras, pagamentos e outras requisições internacionais.

Já a “Poupança Júnior” do Millennium Angola consiste numa aplicação a prazo com o objectivo de salvaguardar o futuro dos mais novos, alertando-os para a necessidade de amealhar poupanças.

O montante mínimo de constituição da “Poupança Júnior” é de cinco mil kwanzas e o reforço mensal automático ou pontual são permitidos. Esta aplicação a prazo credita o pagamento de juros no final de cada mês, na conta à ordem associada, mas também existe a opção de capitalização da poupança.

Recentemente, no âmbito do cumprimento da sua estratégia de responsabilidade social, o banco efectuou uma campanha de plantação de árvores nas escolas da nova centralidade do Kilamba, além de se ter juntado em estúdio ao coro da Escola de Formação Musical do Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS). Este projecto de formação gratuito está destinado a crianças e jovens desfavorecidos, com idades compreendidas entre os 7 e os 25 anos de idade, ao qual juntou-se a cantora Yola Semedo para interpretarem o som de chamada que promove a campanha.

Resultados do grupo

Segundo divulgado pelo Jornal de Negócios, o crédito às empresas cresceu, em base comparável, cerca de 300 milhões de euros (38 mil milhões de kwanzas) no segundo trimestre. Nuno Amado, presidente do Millennium bcp, citado pela publicação, diz esperar que o crescimento continue. O BCP anunciou resultados semestrais, divulgando que o crédito à empresa ascendeu no segundo trimestre a 28,4 mil milhões de euros (mais de três triliões de kwanzas).

“Nota-se uma clara substituição de importações e um foco nas exportações consistente mesmo num ambiente externo muito adverso, porque hoje em dia a Europa está com crescimento nulo e portanto graças às empresas e empresários sente-se que pode haver aqui um crescimento sustentado a prazo. Houve um percalço com a turbulência política, agora espero que isso consolide sobretudo se tivermos um Orçamento que possa passar sem grandes atribulações”, disse.

Na apresentação de resultados este responsável afirmou que pelos sinais do segundo trimestre “parece que o crédito a empresas começa a arrancar”.

Nuno Amado, de acordo com a publicação lusa, acrescentou que a quota no crédito com garantia mútua do banco passou de 6,8 por cento em Junho de 2012 para 20 em Junho deste ano.

Face à situação do mercado português e europeu, de modo geral, o grupo Millennium Bcp tem o seu foco orientado para a recuperação interna, mas com as atenções voltadas ao reforço da sua actividade internacional.

As operações em Angola e Moçambique (África), assim como as do Brasil (América) e Polónia (Europa) ganham cada vez mais protagonismo na estrutura funcional do grupo.

Por esta razão, o grupo tem procurado consolidar a sua actuação internacional e relançar-se em outros mercados atractivos do ponto de vista comercial, servindo de ponte entre os mercados onde está presente e os interesses dos países em que se quer implantar.
 


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