May 19
Desporto angolano
«Quero jogar na NBA» - Carlos Morais PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Kamba de Almeida   
Segunda, 26 Março 2012 10:15
«Quero jogar na NBA» - Carlos Morais
 
Proveniente de uma família de desportistas, começou no basquetebol por insistência do pai. A princípio não gostava da disciplina e esteve quase a desistir, mas aprendeu cedo a levar as coisas a sério.

Quando começou a interessar-se por desporto?

A minha paixão pelo desporto começou desde que me conheço. Até que aos 12 anos senti uma vontade mais forte de começar a praticar alguma modalidade. Escolhi o basquetebol por influência do meu pai, que também foi jogador de basquetebol.

Começou logo a jogar como federado?

Sim, fui para o Petro, mas foi mais por insistência do meu pai. Não fui muito feliz no princípio porque não gostava de acordar cedo e também não conseguia levar aquela vida de ter de treinar todos os dias. Como não queria deixar de fazer as coisas a que estava habituado, faltava a muitos treinos, o que não é compatível com a vida de desportista. Preferia jogar na rua. Já com 13 anos comecei a encarar o basquetebol como uma coisa mais séria, o que acontece até aos dias de hoje.

Como reagiu a sua mãe quando se apercebeu que queria levar o basquetebol como profissão?

Reagiu bem porque já tinha o exemplo do meu pai, que tinha sido jogador. A minha própria mãe tinha jogado andebol, por isso sabia bem o que é a vida de desportista. Mas houve um período em que quase me obrigou a abandonar o basquetebol porque eu faltava a muitas aulas por causa dos treinos. Os horários coincidiam… Depois de algum tempo consegui conciliar as duas coisas até porque percebi que para se ser um bom jogador é importante ser bom estudante.

Lembra-se da primeira vez que vestiu a camisola da selecção? Qual foi a sensação?

Lembro-me muito bem da primeira vez que fui internacional sénior. Estava a estudar nos Estados Unidos, em 2005, quando recebi a chamada do treinador principal a perguntar se eu queria representar a selecção. Disse logo que sim e vim para Angola. Fiz os treinos e acabei por ficar na equipa. O primeiro jogo oficial foi contra a África do Sul e lembro-me que entrei muito nervoso, mas depois correu tudo bem. Ganhámos por muitos pontos e penso que a minha estreia foi em grande.

Qual foi o jogo mais difícil até hoje?

Foi o recente jogo contra os Camarões. Acho que todo o angolano amante de desporto sabe muito bem do que estou a falar. Foi um jogo em que a dez segundos do fim tínhamos tudo perdido. Nesses dez segundos nós tínhamos de recuperar a bola e ganhar o jogo, o que aconteceu _por um ponto. Foi o mais difícil _e o mais marcante da minha carreira até hoje.

Há quem diga que é muito mimado porque está sempre a chorar nos jogos, como aconteceu no último campeonato que Angola perdeu...
Sou mimado, mas não sou chorão [risos]. Por acaso algumas pessoas – ou praticamente todo o mundo – pensam que no último campeonato estive a chorar, mas não é verdade. Como transpirava muito – e como me tinha ferido no lábio –, quando fui para o banco de suplentes, ao limpar o suor, apenas limpei o suor dos lábios. Por isso fiquei com o rosto um bocado molhado na parte de cima e as pessoas olhavam para mim na televisão, se calhar com o reflexo das câmaras, e ficaram com a impressão que estava a chorar, mas não é verdade.

Não acha que as pessoas que choraram consigo naquele momento vão ficar desapontadas com a confissão?

Se calhar não estava a chorar por fora, mas estava por dentro, porque aquela situação deixou-me muito preocupado com a responsabilidade que tinha em cima. Os angolanos viveram aquele momento e sei que muita gente viveu-o comigo. Estava a chorar por dentro, mas não o podia demonstrar por causa dos adversários e porque tinha de me concentrar para fazer os lances livres...


Quantos títulos já conquistou com a selecção?

Três campeonatos africanos. A nível pessoal já fui uma vez o melhor ‘triplista’ de África, em 2009, na Líbia, e agora, no recente Campeonato em Madagáscar, fiz parte do cinco ideal, além de ter sido considerado o melhor extremo.

Não terem ganho o último campeonato foi uma enorme desilusão. Como viveram essa experiência?

Foi triste para nós, porque trabalhámos muito duro durante a preparação, sempre com o objectivo de chegar ao primeiro lugar, que nos garantia a participação nos Jogos Olímpicos. Tivemos muitos problemas e, apesar de termos dito que não ficámos afectados, a verdade é que esses problemas nos marcaram. A troca de treinadores, em pleno campeonato, abalou-nos e muito. Também alguns jogadores não estavam no seu melhor no que diz respeito ao estado físico. Mas não podemos ganhar sempre, temos é de aprender com os erros que cometemos para que não os repitamos nas futuras competições.

Que análise faz do basquetebol angolano?

Apesar do investimento de alguns clubes e do aparecimento de uma equipa nova, o Libolo, penso que está um bocado adormecido. Sinto que é preciso fazer alguma coisa para motivar os jovens a praticarem a modalidade por forma a que possamos, no futuro, ter selecções ganhadoras. Para que isso aconteça é preciso investir, é preciso encontrar pessoas com vontade de fazer crescer a modalidade. O basquetebol tem de continuar a dar grandes alegrias ao país.

O Carlos Morais que tem contribuído para as vitórias de Angola é o resultado de muito trabalho e muitos puxões de orelhas do pai, que também foi basquetebolista?

Os conselhos do meu pai e da minha mãe têm-me ajudado a crescer como desportista. Eles, no final de cada jogo, dizem-me sempre o que acharam. Criticam-me, quer ganhe ou perca, quando acham que o devem fazer, da mesma forma que me elogiam quando entendem que mereço. Penso que é importante sabermos onde errámos para na oportunidade seguinte fazermos diferente. Acho que eles têm contribuído para que eu me tenha tornado no profissional que sou hoje.

Enquanto jogador de basquetebol qual é o seu principal objectivo?

Neste momento é chegar à NBA, por isso treino todos os dias, foco-me em ajudar a minha equipa, o Petro, para ganharmos jogos, ganharmos campeonatos. Penso que o objectivo de qualquer jogador é jogar na maior liga do mundo e eu não fujo à regra. Esse é o meu grande objectivo.

Que basquetebolista tem como referência?

Bom, eu foco-me muito no basquetebol americano, pois acho que são jogadores que ensinam muito, e tenho como principal fonte de inspiração Kobe Bryant. Há outros que também admiro, mas tento seguir algumas das coisas boas de Kobe Bryant. Ele é o meu grande ídolo.

Tem alguma outra área profissional onde gostaria de trabalhar?

Gosto muito de música. O meu pai além de jogador de basquetebol também foi DJ – e muito conhecido na altura. Tento seguir os passos dele, já que também gosto muito de música. Se não fosse basquetebolista acho que seria cantor ou se calhar DJ. Vejo a música como algo essencial na minha vida.

Como é o seu dia-a-dia?

É simples: normalmente acordo de manhã, vou para os treinos – actualmente não estou a estudar, porque as aulas ainda não começaram, mas vou fazê-lo este ano. Depois dos treinos descanso um bocado e é basicamente isso: casa-treinos, treinos-casa. Nos finais de semana é que tento fugir um pouco à rotina, saio com alguns amigos, vou ao cinema, a uma festa de aniversário e não fujo muito disso.

Disse que sai às vezes. Nunca foi assediado? E como gere o assédio das fãs?

Sim, tento gerir de uma forma normal, tento ser a pessoa mais simples e humilde possível. Às vezes há aquelas fãs que se excedem um bocado, mas » tento ser simpático e não tenho tido grandes problemas em relação a isso.

Falou em música e na paixão que tem por essa área. Sabe dançar?

Sim, claro que sim. Acho que todo o bom angolano sabe dançar [risos]. Não sou um grande dançarino, mas danço de tudo um bocado.

As viagens atraem-no?

Sim, gosto muito de apreender. Quando viajo gosto sempre de procurar saber mais sobre a cultura dos sítios em que passo. Por exemplo: se eu for a Roma e não passar pelo Vaticano, é como se não tivesse ido. Sempre que viajo gosto de aprender línguas, conhecer culturas. Adoro viajar…

Falou em aprender línguas, gosta de ler?

A literatura é outra coisa que me atrai. Gosto muito de ler, principalmente nas minhas horas mais calmas. Quando estou triste ou pensativo gosto de ler para relaxar e desanuviar.

Qual foi o último livro que leu?

O último livro que li foi um de Michael Jordan, que retracta a vida dele. Fala de crenças e diz como fez para alcançar o que alcançou até hoje, ou seja, os seis títulos da NBA e alguns títulos pessoais.

Fale-nos um pouco mais do outro lado de Carlos Morais?

[risos] Sou uma pessoa muito calma. Às vezes quando estou a jogar transformo-me um bocado porque vivo muito aquilo que faço. Não sou tão extrovertido, mas também não me considero uma pessoa introvertida. Tenho de me sentir à vontade com as pessoas para poder falar, rir, brincar e fazer perguntas.

Falou muito do seu pai. Gostava que falasse sobre a restante família.
Sou o primeiro filho dos meus pais, tenho mais dois irmãos em casa e mais quatro por parte do pai. Somos uma família unida e feliz. Temos os nossos problemas como qualquer outra família, mas amamo-nos e compreendemo-nos.

Dos irmãos é o único desportista?

Não, tenho o Bráulio, que joga comigo no Petro Atlético de Luanda; tenho um outro irmão que joga futebol em Inglaterra, nos escalões de formação; a irmã que vive comigo joga ténis e há ainda a Karina, que é nadadora.

É o rosto da campanha de uma bebida energética. Como encara este desafio?

Tem sido bom e calmo, mas estou na expectativa de saber como os consumidores vão apreciar primeiro o produto e depois a propaganda.



 
 
Kabuscorp quer travar bravura do Maquis PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Kamba de Almeida   
Domingo, 25 Março 2012 10:19

Kabuscorp quer travar bravura do Maquis

O Kabuscorp intensificou a sua preparação, com vista a atingir níveis competitivos capazes de possibilitar que faça uma partida tranquila no sábado, no Luena, onde defronta o FC Bravos do Maquis, em partida da quarta jornada do Girabola.


A provar isso está o facto da equipa ensaiar variadas vertentes de treinamento ao longo das três sessões de treino realizadas na semana, desde jogadas combinadas com passes curtos e longos nos flancos, a mudanças rápidas de velocidade, para apanhar desprevenida a defesa adversária.

Bondarenko pretende incutir nos seus pupilos um estilo de jogo arrasador, com a velocidade a predominar, aliada à capacidade técnica individual, de maneira que a equipa possa produzir jogadas “mortíferas”.

“Nós pretendemos imprimir muita velocidade no grupo, para aliar este factor à técnica individual dos nossos jogadores. Isso nos possibilita que produzamos muitos golos, de que tanto precisamos e sempre precisamos”, disse o treinador do Kabuscorp.

Jogar muito pelas alas também tem sido outra intenção do treinador Victor Bondarenko, com o propósito de explorar melhor a velocidade dos seus jogadores como Lamy, do lado esquerdo, e Lunguinha, do lado oposto.
 
 
ASA - Petro em destaque na quarta jornada PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Kamba de Almeida   
Quinta, 22 Março 2012 09:49

ASA - Petro em destaque na quarta jornada

O Atlético Sport Aviação (ASA) e o Petro de Luanda protagonizam, sábado, no Estádio da Cidadela, o desafio de destaque da 4.ª jornada do Campeonato Nacional de futebol da primeira divisão, que vê adiado um outro confronto entre campeões (Libolo-Interclube).



Aguardado com alguma expectativa pelos amantes do futebol e adeptos das duas agremiações, o encontro vai opor o oitavo e o quarto classificados, com quatro e sete pontos.

Os petrolíferos poderão beneficiar do adiamento do verdadeiro embate da ronda entre o campeão e líder Recreativo do Libolo (7 pontos) e o Interclube (11.º, com 3) engajadas nas competições africanas, para provisoriamente assaltar o comando da prova.

No derby, de resultado imprevisível, os comandados do treinador Miroslav Maksimovic, que vêm de uma vitória difícil (3-2) diante do Benfica de Luanda, terão a oportunidade de tentar provar que são um dos principais candidatos, mas sempre contando com a réplica do seu adversário.
 

A turma do técnico José Dinis deverá redobrar esforços para contrariar os propósitos do seu oponente e redimir-se do empate (1-1) anterior, diante do Nacional de Benguela. O árbitro Romualdo Baltazar ajuíza o jogo.
 

Sexta-feira, para abertura da jornada, o Benfica de Luanda e o Sagrada Esperança da Lunda Norte medem forças no Estádio dos Coqueiros. Com objectivos coincidentes, a formação do treinador Mário Calado desloca-se à capital do país, com o principal propósito de conseguir os três pontos que igualmente lhes possibilitam passar a liderança (provisória) do campeonato.
 

Embora se reconheça um relativo favoritismo dos lundas, os pupilos do técnico Jorge Humberto Chaves poderão aproveitar o factor casa, para surpreenderem o seu adversário e assim darem um importante passo na classificação.
 

Na ronda anterior, os benfiquistas tiveram um desaire diante do Petro de Luanda, enquanto os diamantíferos provêm de uma soberba vitoria (3-0) sobre o Sporting de Cabinda.
 

Este resultado antevê uma disputa renhida e um desfecho imprevisível, a julgar pela coincidência de objectivos dos dois emblemas.
 

Ainda no sábado, defrontam-se o 1.º de Agosto (sexto, 5 pontos) – Nacional de Benguela (13.º - 2), Santos FC (nono, 9) – Atlético do Namibe (12.º, 3), Sporting de Cabinda (16.º, 0) – Académica do Soyo (15.º, 0) e Bravos do Maquis (terceiro, 7) – Kabuscorp (10.º, 3).
 

Para domingo, o Recreativo da Caála do Huambo (14.º, 1) recebe o Progresso do Sambizanga (sétimo, 5), enquanto o desafio entre o líder e campeão nacional Recreativo do Libolo do Kwanza Sul (primeiro, 7) – Interclube (11.º, 3) fica adiado, em virtude dos seus engajamentos nas afrotaças.
 

O Libolo defronta no próximo sábado na vila de Calulo, a formação do Sunshine Stars da Nigéria, para a primeira "mão" dos 16/avos de final de acesso à liga dos clubes campeões africanos em futebol. O Interclube joga domingo, em Madagáscar, com a equipa do Tana, para a primeira-mão das eliminatórias de acesso a fase de grupos da Taça da Confederação.
 

 

 
Federação continua à procura PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Kamba de Almeida   
Quarta, 21 Março 2012 08:42

Federação continua à procura

O presidente da Federação Angolana de Futebol (FAF), Pedro Neto, disse ao Jornal dos Desportos, no último final de semana, em Cabinda, que o órgão que preside procura, no mercado interno e externo, o substituto de Lito Vidigal, para orientar a Selecção Nacional de honras, após a cessação do contrato com o técnico angolano, que pode acontecer a qualquer momento.



Pedro Neto, que participou, em Cabinda, no jogo entre os Amigos do Akwá e antigos futebolistas locais, afirmou ser prematuro dizer se o novo seleccionador nacional é nacional u estrangeiro, mas que está a ser feito para o futuro técnico dos Palancas Negras ser contratado o mais rápido possível devido os compromissos que se avizinham.

“Ainda é cedo para anunciarmos se o futuro seleccionador nacional é angolano ou estrangeiro, mas estamos a trabalhar para termos um novo técnico o mais rápido possível, pois não podemos temos de fazer a preparação da Selecção Nacional para os próximos compromissos que temos a nível africano e do Campeonato do Mundo”, referiu.

Pedro Neto afirmou que a FAF ainda não encerrou o dossier Lito Vidigal e que o seu desfecho se dá com a rescisão do contrato que obedece a trâmites que estão a ser cumpridos. O presidente da FAF disse que logo que seja rescindido do contrato com Lito Vidigal é apresentado o novo seleccionador nacional.

Cautelas
O dossier Lito Vidigal, garantiu, está a ser tratado com muita cautela para não ter de haver uma rescisão litigiosa. O objectivo da FAF, afirmou, é de ter uma selecção completa, com cabeça, tronco e membros e onde a fonte seja a competição interna que começa a ter qualidade excelente.


 

 
Petro de Luanda coloca-se entre os líderes do Girabola PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Kamba de Almeida   
Segunda, 19 Março 2012 12:27

Petro de Luanda coloca-se entre os líderes do Girabola

O Petro de Luanda colocou-se no quarteto de lideres do campeonato nacional de futebol da 1ª divisão, Girabola2012, com sete pontos, após vencer este domingo o Benfica de Luanda, por 3-2, em partida da 3ª jornada, no Estádio 11 de Novembro, na capital do país.


O desafio disputado por baixo de um sol abrasador teve início com um minuto de silêncio em memória ao primeiro presidente da Federação Angolana de Andebol, Francisco de Almeida, falecido no decorrer da semana.
Os petrolíferos levaram perigo à baliza contrária logo no primeiro ataque nos minutos iniciais e aos sete minutos abriram o activo, por intermédio de Kembua, numa jogada iniciada por Job que passou sem grandes dificuldades pela defesa contrária.
 
Com um forte apoio vindo das bancadas que hoje registaram boa moldura humana, mesmo em desvantagem o Benfica não facilitou e reagiu com jogadas rápidas, equilibrando o desafio.
Contra a corrente do jogo, o Petro de Luanda ampliou a vantagem para 2-0 por Job, quando eram decorridos 14 minutos.
A festa dos “tricolores” durou pouco tempo, pois Pedro reduziu para 2-1, dois minutos depois, batendo de cabeça o guarda-redes Lamá, que hoje regressou a titularidade dez meses depois.
O golo sofrido pela turma do catetão foi muito contestado pelos seus adeptos que gritavam para o banco de suplentes, pedindo que o guarda-redes fosse substituído.
O golo despertou ainda mais os “encarnados” da capital, que acreditavam na possibilidade de mudar o curso da partida e levavam por diversas vezes perigo à baliza do Petro, com destaque para Dennis Hagunyo e Fofana.
Sete minutos mais tarde, o Benfica chegou ao empate novamente por Pedro, que silenciou os adeptos petrolíferos no maior estádio do país, com capacidade para 50 mil espectadores e as equipas foram para o intervalo com o placar a registar 2-2.
Já aos 45’ o Petro teve uma contrariedade, com Kembua a sair lesionado. Para o seu lugar entrou o avançado senegalês Ben Traoré.
No reatamento, Ben Traoré deu um aviso de que a equipa apostaria mais na conquista do três pontos, rematando por cima, numa altura em que Mabululu já estava em campo a render Love Cabungula no ataque.Aos 46’, Osório fez o 3-2 depois de receber um passe de Felix Katongo. Aos 54’ Ben Traoré ainda colocou a bola na baliza adversária, mas a equipa de arbitragem não validou o lance, alegando que a bola não transpôs a linha de golo.
Daí em diante, a partida continuou equilibrada, mas o placar não se alterou. A dupla de centrais do Benfica, composta pelos experientes Joãzinho e Enoque, diversas vezes impediu que o perigo chegasse a sua baliza.
Lamá, que hoje entrou de inicio, mostrou estar sem ritmo competitivo com muitas falhas. Com este triunfo, o Petro soma sete pontos no quarto lugar da tabela classificativa, enquanto o Benfica, com seis pontos, baixa de segundo para quinto.
Têm igualmente sete pontos, Sagrada Esperança, Bravos do Maquis e Recreativo do Libolo.
Na quarta jornada, a ser disputa no próximo final de semana, o Petro de Luanda defronta o Atlético Sport Aviação (ASA), enquanto o Benfica recebe o Sagrada Esperança.
 
 


Página 1 de 37