Jul 24
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Liberianos votam e vão dizer se concordam com comité que deu Nobel a Presidente Sirleaf PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Terça, 11 Outubro 2011 07:27

Liberianos votam e vão dizer se concordam com comité que deu Nobel a Presidente Sirleaf
 

Prémio da Academia Sueca não garante reeleição da primeira mulher Presidente em África. Eleições de hoje são importantes para a consolidação da paz.

Se o mundo fosse votar, Ellen Johnson Sirleaf, laureada na semana passada com o Prémio Nobel da Paz, ganharia muito provavelmente as eleições em que hoje procura um segundo mandato presidencial na Libéria. O que 1,8 milhões de eleitores vão dizer nas urnas - quatro dias depois - é se essa é, ou não, também a sua opinião.

As segundas eleições desde o fim de uma guerra civil de 14 anos que se prolongou até 2003, e provocou a morte de cerca de 250 mil pessoas, são um barómetro do estado do país. Mas as presidenciais, legislativas e senatoriais de hoje, consideradas essenciais para a consolidação da paz, ficam também marcadas pela decisão do comité Nobel.

A decisão caiu mal na oposição e alimentou a polémica interna. "Não é merecido. É uma interferência na política do país", disse, citado pelo jornal britânico Guardian, Winston Tubman, sobrinho do antigo Presidente William Tubman e ex-diplomata das Nações Unidas, tido como o principal adversário de Sirleaf. "Internacionalmente, as pessoas olham e dizem. "Olha, uma premiada com o Nobel". Mas na Libéria isso não tem influência", afirmou à Reuters o candidato do CDC, Congresso para a Mudança Democrática. Analistas ouvidos pela Reuters são também de opinião que a atribuição do Nobel é um sinal de apoio externo de apoio à actual Presidente, que enfrenta 15 concorrentes.

Sirleaf, de 72 anos, ganhou prestígio por ter sido, em 2005, a primeira mulher eleita chefe de Estado em África, ao derrotar por 59,4% contra 40,6% George Weah, antigo futebolista do AC Milan e do Chelsea, que agora corre para vice-presidente de Tubman.

A estabilidade dos últimos anos, o perdão de cinco mil milhões de dólares de dívida em três anos e o regresso do investimento externo são créditos que a Presidente pode reclamar. Mas os opositores criticam a lentidão do processo de reconstrução, o desemprego que atinge 80 por cento dos liberianos, a elevada criminalidade e a corrupção governamental - factores que tornam uma eventual reeleição mais difícil do que se poderia esperar. "Em seis anos, não se pode reconstruir um país devastado", onde "as infra-estruturas estavam destruídas, não havia lei [...] fizemos muitos progressos", respondeu no domingo, em declarações à AFP.

Antiga economista do Citigroup e do Banco Mundial, Ellen Johnson Sirleaf, que concorre pelo Partido da Unidade, tem o apoio de Leymah Gbowee, a pacifista liberiana galardoada também na sexta-feira com o Nobel da Paz - a outra distinguida foi a jornalista iemenita Tawakkul Karman. No seu passado, tem uma nódoa explorada por opositores, que não a impediu de ganhar há seis anos nem de ser premiada pela Academia sueca: ter apoiado, no início dos anos 1990, Charles Taylor, um "senhor da guerra" que está ser julgado pelo Tribunal Penal Internacional por crimes contra a humanidade. A Presidente confirma que ajudou Taylor com mantimentos e dinheiro numa fase inicial da luta para o afastamento do autoritário Presidente Samuel Doe, mas que depois lhe retirou o apoio.

"Se Sirleaf vencer, não será uma vitória fácil. Não pode ser afastada a hipótese de violência, especialmente tendo em conta o tom da campanha nas últimas semanas e queixas de partidos da oposição de lhes ser negado o acesso a apoio público", alertou Titi Ajayi, analista do International Crisis Group citada pela Reuters.

A campanha eleitoral de mais de três meses foi globalmente pacífica, mas a memória da guerra está bem viva e há quem lembre que as eleições de 2005 foram marcadas por distúrbios na capital, Monróvia. O efectivo de 8000 homens da Missão das Nações Unidas na Libéria está alerta.


 

 
UNITA mais preocupada com processo de escolha do PR do que com substituição do atual PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Terça, 11 Outubro 2011 07:03

UNITA mais preocupada com processo de escolha do PR do que com substituição do atual

O líder da oposição angolana, Isaías Samakuva, disse que o grande problema que o país enfrenta agora é a forma como será feita a eleição "legítima" do novo Presidente de Angola e não a sucessão do atual.
"A questão não é 'quem será o sucessor do Presidente Eduardo dos Santos?', antes, 'como será eleito o primeiro Presidente da República com legitimidade democrática para que Angola tenha, enfim, a paz democrática?", disse o presidente da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), que discursava na cerimónia de abertura do primeiro encontro nacional de agentes eleitorais do partido.
Samakuva acrescentou que "a preparação de eleições anti-democráticas, por um órgão constitucionalmente incompetente, num ambiente de violação sistemática dos direitos e liberdades dos cidadãos e em contravenção às regras imparciais da democracia, constitui o maior problema de Angola neste momento".
Segundo o dirigente, o país está a menos de um ano da realização de novas eleições, em 2012, mas, no entanto, o órgão competente para a organização das eleições -- a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) - não tem o processo avançado como era previsto.
"Não tem comunicações funcionais, não tem a custódia dos principais ficheiros com os dados dos eleitores, não tem um sistema de informação geográfica para garantir a integridade do mapeamento eleitoral, não tem um sistema de informação logística eleitoral. Pior ainda, não tem dinheiro, porque, segundo percebemos, o Executivo terá cortado ou excluído o orçamento eleitoral proposto pela CNE", salientou.
Isaías Samakuva sublinhou que, violando a Constituição angolana, o Governo "atribuiu fundos eleitorais a si próprio para desenvolver algumas das competências da Comissão Nacional Eleitoral".
"Comprou um sistema de informação geográfica, que lhe permite fazer o mapeamento eleitoral e acoplou essa função ao registo eleitoral, comprou a infraestrutura tecnológica para as eleições, incluindo os aplicativos e equipamentos para a gestão de bases de dados dos eleitores, dos locais de votação e dos procedimentos eleitorais", acusou ainda o presidente da UNITA.
A composição da CNE e a organização do processo eleitoral tem sido alvo de discordância entre a UNITA e o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, no poder), com o partido da oposição a defender um órgão eleitoral independente, com um diretor-geral das eleições e mais um membro designado pelas suas competências técnico-científicas, apuradas em concurso público, três membros da sociedade civil, sete membros vindos de partidos políticos e um da magistratura.
Por seu lado, o MPLA, na sua proposta de organização do processo eleitoral, defende que a logística, os ficheiros eleitorais, as atas e o centro de escrutínio sejam controlados pelo Governo.
Isaías Samakuva saudou a realização da primeira conferência de agentes eleitorais do partido, que visa a avaliação do processo eleitoral angolano e a recolha de subsídios para a sua melhoria.
Participam no encontro representantes da UNITA nos gabinetes eleitorais a nível nacional, provincial e municipal.
LUSA

 
Manifestantes condenados a 45 dias termina já no dia 18 deste mês PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Terça, 11 Outubro 2011 07:00

Manifestantes condenados a 45 dias termina já no dia 18 deste mês

Os 11 jovens condenados a 45 dias pelo tribunal municipal da Ingombota completa no próximo dia 18 deste mês o prazo dado começando pelo dia da detenção 3 de Setembro.

Os outros 5 foram condenados a 90 dias. Ainda assim o processo continua no tribunal supremo em recurso entreposto pela equipa de defesa.

No dia 18 em que completaram 45 dias os jovens saíram a rua, quando o Presidente da República José Eduardo dos Santos estiver a falar no acto solene de abertura do ano legislativo da Assembleia Nacional.

Angola24horas.com
 

 
" David Mendes " presta serviço útil á nação Angolana PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Terça, 11 Outubro 2011 06:57

" David Mendes " presta serviço útil á nação Angolana

Enquanto JES rouba o que é nosso e esconde no estrangeiro e atenção que muita coisa ainda não foi dita ?
PRECISAMOS ACELERAR O PASSO SE QUISERMOS MUDANÇAS
O velho e famoso ditado diz e muito bem que ; ( nunca ninguém pontapeia um cão morto !) Quero com isto dizer ao regime corrupto angolano de que , quanto mais nos pontapeiam mais vontade temos de reagir e de falar tudo quanto soubemos.
O pontapé de saída foi dado e estamos consciente de que apesar de sermos muitos na lista negra , continuamos a acreditar que jamais conseguirão calar -nos todos de uma só vez , e para sempre.
É um dever patriótico , prestarmos a nossa solidaridade ao David Mendes e pedir-lhe que continue denunciando o que sabe .E aproveito desde já fazer um apelo aos demais compatriotas , meus amigos e á toda gente de bem deste país , que seguem os exemplos de David Mendes , Rafael Marques e tantos outros .
Que mesmo apesar de estarem perto do gatilho dos seus possíveis assassinos , não têm hesitado em contar á verdade para bem de todos nós.Quem tem orgulho em ser angolano não pode neste momento se dar ao luxo , em fazer daquilo que sabe um monopólio privado seu.
Denunciando os males deste regime , estamos a ajudar os outros a abrirem seus olhos , e mostramos ao mundo o verdadeiro rosto dos corruptos que nos governam.
Devemos encarar as ameaças de morte feitas pelo regime , e os insultos de seus lacaios como uma espécie de medalha que eles penduram no peito de cada um de nós.
O QUE SE PASSA COM OS ANGOLANOS AFINAL ?
Temos que acelerar o passo porque estamos a correr o risco em quando quesirmos ser nós próprios á escolhermos o nosso destino ser um pouco tarde. De quantas fraudes estamos ainda á espera afinal ?
E quantas mortes de políticos , oficiais da segurança , do exercito , pessoas ligada ás igrejas , juristas , jornalistas , estudantes e empresários queremos testemunhar afinal ?
Olha que aos poucos os outros povos estão se libertando dos seus ditadores , governantes corruptos e assassinos .
E nós ?
Até parece que nos dá mais graça saber que mais um assalto aos cofres públicos foi feito por Eduardo dos Santos e sua família . Ou por essa gente que anda por ai á sua volta , convencida de que se escaparão da justiça popular , se um dia o fogo pegar.
Será que a Tunísia / Líbia / Marrocos / Síria / Jordânia / Egipto ainda não nos servem de bons exemplos á seguir ? Tal como nesses países , nós também vivemos do petróleo que é explorado por uma meia dezena de corruptos e verdadeiros criminosos.
Se somarmos os prejuízos que têm causado , as fortunas desviadas para o estrangeiro por pessoas sem era e nem beira. Que ainda por cima os coitados dos angolanos são obrigados á tratá-los e considera-los de seus governantes.
Mesmo quando estamos a testemunhar as mudanças tão rápidas que têm se operado pelo mundo fora , continuamos tão lentos com o nosso passo de tartaruga , descontraídos e acomodados ?
Se bem que já somos hoje um povo com os olhos mais abertos do que antes , falta-nos acelerar o passo , sem receio de tropeçarmos. Para deixarmos de ser um povo explorado e humilhado na sua própria terra pelo estrangeiro ( preto e branco ) assim como pelo novo colonizador.
Aliás como viramos uma nação onde quem quiser experimentar seu doce gosto , pela colonização e exploração tem as portas abertas . E pode entrar á vontade , seja ele santomense , caboverdiano , guineense , libanês , maliano , chinês português , brasileiro , marroquino e russo logo que se adapte á corrupção institucionalizada .
Será que estamos satisfeitos com esse papel de simples assistentes , enquanto os outros fazem e escrevem eles próprios , a sua história com as mudanças nos seus país ?
De igual modo não podemos nos dar por satisfeitos apesar das construções faraónicas construídas no meio do nada , e sobre os escombros de tanta gente que foi morta. Nas missões de serviço , nos quartéis , nos hospitais , nas lundas , nas cadeias e muitas vezes nos ajustes de contas entre compadres e camaradas do mesmo negócio.
Ou queremos assistir a construção de outros tantos prédios , onde a primeira condição para compra e aluguel é assinar o cartão de militante ou ser informante ?
Fernando Vumby
Fórum Livre Opinião & Justiça

 
Militar das FAA suicida-se depois de matar três filhos e a mulher que se queixavam de fome PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Terça, 11 Outubro 2011 06:55

Militar das FAA suicida-se depois de matar três filhos e a mulher que se queixavam de fome

Uma família de cinco membros calou-se definitivamente, este domingo, no município do Cubal, província de Benguela.
O soldado da brigada de infantaria motorizada do Cubal, António Manuel, 28 anos, atirou a matar contra três filhos e a mulher e de seguida suicidou-se, frente às instalações da sua unidade.
A tragédia ocorreu quando a mãe, cuja identidade a nossa fonte não revelou procurou o marido no quartel, reclamando sustento do dia para as crianças que se queixavam de fome.
A comunidade local questiona a resposta inesperada do militar, há pouco mais de um mês do acontecimento do Cunene, onde uma mãe matou o seu filho menor de dois anos, também por se queixar de fome.
O comandante da referida brigada lamentou o sucedido e garantiu que as FAA vão tratar do funeral das vítimas.
Um acto grave que abala o Cubal, segundo a secretária municipal da família, Faustina Chiuva.
“Quando alguém cria uma família é mesmo para sustentar, esse acontecimento é muito triste” - frisou.
Apostolado

 
Willian Tonet condenado a um ano de prisão e pagamento de multa de 100 mil dólares PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Terça, 11 Outubro 2011 06:51

Willian Tonet condenado a um ano de prisão e pagamento de multa de 100 mil dólares

O jornalista William Tonet foi condenado a um ano de prisão com pena suspensa pena e ao pagamento de uma multa em Kwanzas, avaliada em 100 mil dólares norte americanos.
Segundo o Juiz do Tribunal Provincial de Luanda em caso de não pagamento dos valores no prazo máximo de cinco dias, Willian Tonet, julgado por difamação, poderá ser conduzido à cadeia.
A defesa considera a decisão inadmissível.
“Por homicídio a condenação são duzentos mil kwanzas, ás vezes o juiz tenta forçar e chega aos seiscentos mil kwanzas, agora por uma difamação estamos a falar em dez milhões de kwanzas, desculpe, isso é acima de tudo incompreensível, é acima de tudo daqueles casos que nós temos visto, em que se quer a todo custo prender às pessoas” – reagiu o advogado David Mendes, que prometeu recorrer da decisão.
William Tonet considera tratar-se de uma armadilha para o silenciar.
“O juiz sabe, o sistema sabe o que efectivamente pretende, mas em princípio dentro de cinco dias, o que será mais honesto de nossa parte, é virmos com a nossa bagagem para sermos recolhidos à cadeia” - afirmou.
Os três processos movidos contra o jornalista datam de 2007 Janeiro, Novembro e Dezembro, e tipificam o crime de injúria, calúnia e difamação.
Têm como autores o Estado-maior das FAA, na altura chefiado por António Pereira Furtado, o General Hélder Vieira Dias “Kopelipa”, actual ministro de Estado e chefe da Casa Militar da Presidência da República e o General Pitagrós, Procurador Militar.
Apostolado

 
David Mendes abri queixa crime contra Eduardo dos Santos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Notícias
Escrito por Kamba de Almeida   
Terça, 11 Outubro 2011 06:47

AO
DIGNÍSSIMO DR. PROCURADOR GERAL DA REPÚBLICA

L U A N D A


PARTIDO POPULAR – PP, com sede nesta cidade de Luanda, na rua Cte Valodia, 5º andar, nº 59, neste acto representado pelo seu presidente, MANUEL DAVID MENDES;
Vem apresentar contra:
JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS, cidadão Angolano, com residência na Cidade Alta, presidência da república;
ELÍSIO DE FIGUEIREDO, cidadão Angolano com residência em parte incerta;
PIERRE JOSEPH FALCONE, cidadão Francês com residência em parte incerta. E;
PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMNISTRAÇÃO DA SONANGOL, cidadão Angolano, com residência profissional, nesta cidade de Luanda, na Rua 1º Congresso do MPLA;
QUEIXA CRIME
Nos termos do artigo 73º da Constituição da República de Angola, por quanto:

Há indicio bastante, de terem, os queixados, em concertação criminosa, tenham cometido crimes de peculato, previsto e puníveis nos termos, conjugados, dos artigos 313º e 437º do Código Penal. Pois;

Os queixados usando artifícios, conseguiram retirar dos cofres do Estado Angolano avultados montantes financeiros;

O expediente usado foi o de transferir dinheiros para conta Acc. CO-101457 Escrow Agreement 3.06.97 do banco UBS Geneva, da SONANGOL, onde foram depositados mais de USD 774.193.545,00 sob cobertura de pagamentos de dívidas externas. Todavia;

Os valores referenciados foram transferidos nos dias:
1- 02.10.1997- USD 290.322.580,62
2- 08.01.1998 - USD 48.387.096,77
3- 09.03.2000 - USD 96.774.193,54
4- 12.04.2000 - USD 241.935.483,85
5- 06.07.2000 - USD 96.774.193,54


A partir da conta da SONANGO, foram feitas transferências para a conta números 275748 e 275903 da Camparal Inc., no BANQUE INTERNATIONALE A LUXEMBURG;

Conforme documento, que se juntarão nos autos, a Camparal era uma empresa pertencente a JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS, que é representado pelo senhor Elísio de Figueiredo, uma pessoa muito bem conhecida em Angola;

Conforme, ainda, documentos, a ser junto nos autos, na conta da Camparal, foram depositados mais de USD 37.112.567,46;

O sr. ELÍSIO DE FIGUEIREDO, conforme os documentos a se juntar, era dono da TUTORAL e nela foram depositados mais de USD 7.331.199,53. Ainda;

O sr. PIERRE JOSEPH FALCONE, de acordo com os documentos a juntar nos autos, era detentor de várias empresas e de várias contas de entre ela as: Acc.01-88-126279-03 e Acc.45885 do Bank Leumi Le-Israel Geveva , conta Acc CO-325794 do banco UBS Geneva e a conta 1.038.915 do banco Ferrier Lullin &Cie Geneva onde foram depositados mais de USD 59.954.664.00.
10º
Nas suas operações, os mesmos, usaram, de entre outros, os seguintes bancos: CITIBANK NA, BANQUE INTERNATIONALE A LUXEMBOURG, BANQUE DE GESTION EDMOND DE ROTHSCHILD.
11º
Sendo o PARTIDO POPULAR uma pessoa colectiva com personalidade jurídica e constituído exclusivamente por Angolanos, sente-se como parte ofendida e, para salvaguardar os seus direitos. Assim, aberto o competente processo crime, requer que seja admitido como assistente nos autos, nos termos do disposto no Código Processual Penal.

FEITO EM LUANDA, AOS 10 DE OUTUBRO DE 2011.
PELO PARTIDO POPULAR
DR. DAVID MENDES
(ADVOGADO EM CAUSA PRÓPRIA)

 

Actualizado em Terça, 11 Outubro 2011 06:50
 
Ministro do interior rende homenagem ao agente Alberto Bumba PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Segunda, 10 Outubro 2011 07:11

Luanda – O ministro do Interior, Sebastião Martins, rendeu hoje, sábado, em Luanda, homenagem ao agente Alberto Bumba morto na quarta-feira, na zona do Hoji-ye-Henda, por um miliante, quando se encontrava no cumprimento de mais uma missão policial.
 

Fonte: Angop


Em seguida, renderam ainda homenagem a comandante provincial de Luanda, Elisabeth Maria Rank Frank “Bety”, comandantes de unidades, entre outras altas patente da Polícia Nacional, numa cerimónia decorrida na Unidade operativa.
 


Em declarações à imprensa depois de apresentar condolências à viúva e a familiares do malogrado, o ministro lamentou o ocorrido e encorajou os efectivos a continuar a cumprir com o dever.
 


“ Não gostaríamos que fosse nesta circunstância, mas o ocorrido prova que os efectivos procuram sempre cumprir o seu dever pondo em risco a própria vida” sublinhou Sebastião Martins.



Este acto será uma referência para todos os efectivos e marcará profundamente a corporação porque foi um quadro que tinha perspectiva muito grande na polícia.



Alberto Bumba ingressou na Polícia Nacional em 2001, na província de Cabinda, na PIR, especialidade anti-terror, tendo sido seleccionado para integrar a um grupo de efectivos que foi cumprir uma missão na República Democrática do Congo.
 


Em 2003 foi transferido para Luanda, a fim de frequentar o curso básico de polícia no Capolo.
 


À Luz do processo de rotatividade dos efectivos, foi colocado na divisão do Cazenga, na 13º esquadra, que atende o Bairro Hoji ya Henda, onde desempenhou função de patrulheiro, até altura do seu passamento físico, em 5 de Outubro do corrente.
 


Pelos seus feitos e avaliação de desempenho na carreira policial, o comandante geral da Polícia Nacional o promoveu a, título póstumo, no grau de sub-inspector.
 


Os restos mortais do malogrado Alberto Bumba vão ser transladados hoje à província de Cabinda, sua terra natal, aonde serão sepultados no domingo. O mesmo deixa viúva e 4 filho.

 

 
Don Kikas “travado” em Palco PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Segunda, 10 Outubro 2011 07:09

Don Kikas “travado” em Palco

Benguela - O músico angolano dom kikas terá levado na noite desta sexta-feira na discoteca Don Q um bom recado para os homens e mulheres da música angolana que embandeirados na onda panfletária e de endeusamento do regime angolano procuram através dos palcos arrastar consigo apoiantes.


Fonte: Club-k.net


Em palco e em play beack o “ puto” natural do kuanza sul e ex-exilado nas terras de camões, ao exibir um dos seus temas musicais e emblemáticos do seu reportório “Esperança Moribunda” no refrão Tá malé, tá malé, tá malé… tentou alterar para tá good, tá good, tá good…., mas sem êxito porque os foliõaes do Don Q cantaram alto o refrão original.

 

O episódio vem assim deitar por terra a corrente que a legião de músicos angolanos sobretudo os oriundos de Portugal que em troca de cachês monetários e políticos de Bentos Kangambas e outros, procuram branquear a imagem do “angola Real” como se os angolanos não soubessem nada sobre a desgraça do seu país.

 

E o caso no entender de vários atentos ao comportamento manipulista dos músicos angolanos, é mais grave e vergonhoso porque são os mesmos que num passado recentre, eram os principais críticos do regime angolano, nas famosas discotecas africanas em Lisboa.

 

Ainda assim e apesar de ter tentado impingir a sua propaganda barata, D.Kikas provou que ainda é um dos poucos músicos que conseguiu arrastar para o palco multi-gerações dos anos 60 aos 90, que marcou o regresso do Trixú a gerência do Don Q depois de ter regressado da tuga onde através da sua sempre surpreendente “magia” organizou grandes festas africanas com grande aderência.
 

 
Subordinado de José Leitão diz-se burlado, segundo Folha 8 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Segunda, 10 Outubro 2011 07:04

Subordinado de José Leitão diz-se burlado, segundo Folha 8

Luanda - De acordo com o Jornal Folha8, um antigo relações públicas, Januário Macamba, homem às ordens do ex- director do Gabinete do Presidente da República, José Leitão, um dos actuais milionários feito, pela sua passagem pelo governo e tráfico de influência está a ser acusado de se ter locupletado de terrenos e acções do seu antigo cabo de guerra.


Fonte: Folha8


Um laranja, que aparece, também, numa série de empresas como accionista, mas apenas para dar cobertura a dirigentes como José Leitão e outros, falou ao F8, como anónimo, “para me proteger pois eles matam”, visando denunciar a situação extremamente precária de Januário Macamba, “hoje, formado em economia, mas desempregado, desde a altura que José Leitão saiu da Presidência da República e, transferiram-lhe para o Conselho de Ministros, mas aí lhe mandaram esperar em casa”.

 

A engenharia é muito complicada mas a verdade é que este humilde cidadão é, desde à muito tempo, um dos verdadeiros guardiões da riqueza de José Leitão e do Grupo GEMA, opiulenta Sociedade Anónima vocacionada para muita coisa, nomeadamente, actividade bancária, fabrico de cimento e o imobiliário. Como em Angola quem tem o poder tem tudo e se arroga mesmo em tirar o pouco aos pobres, no caso, este humilde e pacato encobridor da riqueza, considerada ilícita do chefe, tinha um terreno no gaveto da José Pirão, à Avenida do Brasil, e como estava a ser cobiçado por graúdos, por sugestão do governador de então, Simão Paulo, ao confirmar a legitimidade dos seus papéis, sugeriu-lhe que o colocasse em nome de algum peso pesado. E a primeira opção que lhe surgiu foi de pensar no seu chefe, José Leitão, considerado por si como um pai, para efeitos de protecção e eventual solidariedade em caso de apuros, sempre possíveis em negócios de alto voo.

 

No GPL, a esse respeito não há segredos, todos sabem que o terreno a que neste artigo fazemos referência era propriedade original de Pedro Macamba, portanto, passá-lo temporariamente para o nome do seu parceiro de negócios que se comportava com ele como se fosse padrinho, pareceu-lhe ser uma excelente ideia.Mas o problema é que o gosto pela riqueza cresce exponencialmente com o seu aumento e, quanto maior ela for, a riqueza, quer dizer, quanto mais ela se acumula nas mãos de um homem, mais este tende a agir como um verdadeiro predador, fazendo com que ele tente abocanhar tudo quanto é valioso e passe ao seu alcance.

 

José Leitão é um homem cuja riqueza está dentro de um sistema de progressão enorme e quando ele se viu na posse dos títulos, tratados pelo Macamba, o homem não resistiu à tentação de adquiri-los, fazendo tábua rasa da amizade que até então ele nutria pelo seu “protegido” e, por via de raciocínios especiais, esclarece a nossa fonte, convenceu-se José Leitão de que esse bem imobiliário era mesmo dele, sem ter em conta que muitas das suas coisas, como servidor público, “adquiriu-as de forma pouco lícita, pondo-as em nome do desgraçado”, quando sabiam ser do Estado. Esse, de resto, é o caso da GEMA, onde José Leitão se apresenta como o empresário multimilionário, único a ter o privilégio, por orientação exclusiva de Eduardo dos Santos, de beneficiar de 500 milhões da linha de crédito chinês, para a construção do shopping do JIKA.


Aqui Macamba encobre ainda, como “a árvore que esconde a floresta, outros negócios, tal como o general Maua, da Guarda Presidencial a sociedade do Morro Bento, um condomínio situado na antiga rotunda da Corimba, que afinal é também de José Leitão, mas que, no papel de constituição um dos sócios é Januário Macamba.


Sigam o meu olhar, se houver pesquisa no sentido de apurar quem é o proprietário de muitas empresas geridas pomposa e garbosamente por José Leitão e, sobretudo, de onde veio o dinheiro: os biliões de dólares, Macamba poderá perfeitamente servir de amortecedor.

 

Como se dizia, no caso da Avenida do Brasil, José Leitão passou a perna ao seu subordinado e a ditosa associação vai dar seguramente zebra. Zangaram-se as comadres e o caldo entornou, pois Macamba e os outros sócios laranjas ficam a ver navios, uma vez que o chefe não lhe deu nada daquilo que ele podia reivindicar. E o que era legalmente dele, segundo parece, passou a ser desse seu protector e amigo, que Macamba pensava que era dele, mas afinal era do alheio.

 

Leitão não esteve com meias-medidas, comeu tudo. Vendeu uma bruta loja ao BPC e tem, segundo se diz, um grande apartamento seu, uma vivenda no segundo andar, que aluga por cerca de 30 mil dólares a uma empresa estrangeira. Tudo tráfico de influência. Tudo ganância cega.

 

Entretanto, Macamba, que se encontra ao que se diz nos Estados Unidos, em tratamento, está a passar por sérias privações, que o relegam para uma situação de dependência aflitiva, com a mulher que terá de ser sujeita a uma delicada intervenção cirúrgica e outras desgraças que lhe caem em cima confirmando o ditado de que uma infelicidade nunca vem sozinha.

 

A sua situação é má, muito má, e há quem diga que para comer, o homem está a trabalhar numa empresa de limpeza de neve e jardinagem, para não cair na indigência total, quando o seu nome surge em sociedades que estão a facturar milhões. E é essa faceta de parceiro de negócios para fiscais ver, que ainda lhe serve de arma de defesa contra os abusos cometidos em seu prejuízo. Recentemente, Macamba e um conjunto de outros sócios introduziram em justiça uma queixa formal contra a sociedade GEMA, acusando-a de, apesar de eles serem sócios com quotas, nunca terem sido postos ao corrente de qualquer informação sobre a vida da sociedade, suas actividades em curso, seus projectos e, muito menos ainda, sobre os seus benefícios anuais.

 

Assinale-se, a esse respeito, que essas informações, que devem ser fornecidas pelos serviços administrativos da empresa, constituem uma obrigação prevista por lei e não um favor. Mas, ao que parece, para a José Leitão & GEMA, nem obrigação nem favor, informações não as dão!Este é o ambiente por ora vivido por Pedro Januário Macamba, Joaquim António Carlos dos Reis Júnior, Sónia Moisés Nele, Ângelo Maria Feijó, Estêvão Paulo Pereira da Costa, mas também por muito boa gente, que serve o Gabinete Presidencial e obrigada a conviver com pessoas muito atreitas a apetências para o dinheiro, o peculato, o não pagamento de dívidas, as vigarices e a corrupção.

 


Tudo bem poderia ser diferente, mas este comportamento parece fazer parte da cultura dos dirigentes presidenciais, que consideram o posto que ocupam como um trampolim para um enriquecimento rápido, quiçá ilegal. Pedro Januário Macamba, contactado ainda nos Estados Unidos, não confirma nem desmente algumas questões que F8, lhe colocou, prometendo pronunciar-se quando estivesse em Angola “e no local próprio, pois existem questões sensíveis que não devem ser tratadas na praça pública”. Infelizmente, até agora, não sabemos se Macamba o rico/pobre da GEMA, já se encontra ou não em Angola.José Leitão, contactado por telefone pela nossa redacção não atende às nossas chamadas, talvez convencido que lhe queiramos pedir patrocínio, dinheiro ou uma cobrança qualquer.


É verdade que o caso é insólito e que de abonatório pouco ou nada tem, pelo contrário, dá uma péssima imagem da mentalidade reinante nessas altas esferas dirigentes deste país.


*Voltaremos em próxima edição

 

 
Familiares dos presos políticos voltam a manifestar-se PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Segunda, 10 Outubro 2011 06:59

Luanda – Os familiares e vizinhos dos jovens detidos no “caso do 3 de Setembro”, anunciaram nova manifestação/marcha pacifica a ter lugar no próximo dia 15 de Outubro, no largo da Independência para exigir a libertação incondicional dos seus filhos que foram vitimas da violência da policia Nacional.


Fonte: Club-k.net

Juiz Cristiano André ignora recurso dos advogados

A indignação dos mesmos é em função do silencio do Juiz - Presidente do Tribunal Supremo, Cristiano André “em deixar ser pressionado pelo poder político para não retificar as lacunas do seu colega Juiz Adão Damião que não aceitou a conversão das penas em multas conforme estipula a legislação em Angola.”

 

De acordo com o programa da marcha, os protagonistas vão se concentrar pelas 09h00 no cemitério da Santa Ana, rumo ao largo da Independência. Apelam entretanto, ao Ministro do Interior Sebastião Martins para que não volte a enviar ao local, da marcha, elementos dos Serviços de Inteligência para agredirem jornalistas para depois mostrarem camaras de filmar partidas na TPA fazendo crer que foi acção das mães dos manifestantes, tal como aconteceu a semanas atrás.


De recordar que o direito a manifestação é previsto na lei constitucional angolana, porem, as autoridades angolanas reagem com violência quando as mesmas não são realizadas pelo partido no poder. Em Setembro, as autoridades deram anuência a uma manifestação que teve lugar no dia 3 de Setembro mas que teria ficado manchada com actos de agressão protagonizados por agentes infiltrados da segurança angolana. estes violentaram os manifestantes e agrediram jornalistas partindo as suas camaradas de filmar. Em simultâneo circulou que as autoridades pretendiam matar dois manifestantes no sentido de causar pânico.


As autoridades foram acusadas de terem forjado um julgamento em que apresentaram os policias como vitima e os agredidos como agressores. Varias organizações dos direitos humanos em Angola e no exterior levantaram a voz para criticar a conduta do governo.


O comportamento das autoridades em reprimir os jovens foi visto como estratégia para desencorajar possíveis actos de manifestação. No sentido de mostrar que os jovens não se manifestam devido aos problemas sócias. O regime pois a circular informações acusando a UNITA, de estar por detrás dos jovens que realizaram a manifestação.

 

 


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